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domingo, 16 de maio de 2010

Pedal Livre//quando surpreende...

Ficha técnica:
Localidade: São José de Ubá-RJ – Barro Branco/zona rural
Data: 16 de maio de 2010
Distância Total: 10km (talvez) – em 1h30min
Reabastecimento d’água: não
Sinal de Celular: não levei celular... e gostei!
Tipos de via:
-estrada de terra: 100%
Nível de Dificuldade: regular


Foi o menor percurso que fiz, até então, nesses meus momentos com a bike. Mas, foi o que mais me surpreendeu.
Quando comecei a pedalar já senti que algo não estava bem comigo: um cansaço físico terrível. Como já havia passado pelo processo de levantar nesse domingo, cedinho, me preparado e saído, tentei ao menos chegar à metade do planejado - a previsão desse passeio era um percurso de 22km.
Isso de sentir o tal cansaço terrível me fez começar a ter uma sensação de que estava ultrapassando, em muito, o limite oferecido pelo meu corpo. De qualquer forma, devagar, acabei chegando até a metade do caminho – Vila do Barro Branco. Descansei um pouco, e resolvi que o melhor era mesmo não me arriscar a completar o percurso. Só que resolvi retornar por um outro caminho - o qual eu sabia seria um retorno com a mesma distância – mas, nunca havia passado por ele.
Assim, segui no pedal... pedalei... pedalei... pedalei... até que encontrei uma “porteira” no meio da estrada.
Levei um susto com tal situação, afinal, seria a primeira vez que estaria vendo uma 'estrada municipal' com uma porteira. Mas, eis que a porteira nada mais era que meu erro ao escolher o caminho: acabei indo parar numa propriedade rural, de uma pessoa que conheço por ver na zona urbana, e precisei confessar: estou perdida!
Para não demonstrar o tamanho da minha vergonha, quando todos que acabaram vendo minha situação começaram a rir muito... comecei a rir também. Ou seja, moro em São José de Ubá há 21 anos - um lugar pequenino, pequenino, pequenino - e me perdi. Não fazia ideia de onde estava; sendo que o sentido, estando em São José de Ubá, deve ser como estar dentro da própria casa.
Acabei ouvindo: “se você pensasse na direção de Ubá, iria saber que deveria ter seguido sempre à esquerda”.
Detalhe: acho que fui chamada de burra (...) bem educadamente. Porque, realmente, me perder dentro da minha própria cidade do tamanho que ela é...
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Enfim, retornei, consegui encontrar onde havia errado, e acabei conhecendo, dentro da cidade que moro, o que já era para ser conhecido - uma opção de caminho!

O surpreendente desse passeio foi passar por um trecho nessa estrada (antes desconhecida) que me causou uma impressão de ter visto, e ouvido, A PAZ.

Paz e bem!






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